quinta-feira, 3 de junho de 2010
Poema de um Idoso
Se o meu andar é hesitante, as minhas mãos tremulas,
ampare-me...
Se a minha audição não é boa, e tenho de me esforçar para ouvir,
procure entender-me...
Se a minha visão é imperfeita e o meu entendimento escasso,
ajude-me com paciência...
Se derrubo a comida, quer do prato quer para o chão,
porfavor não se irrite, tentei fazer o melhor...
Se me encontrar na rua, não faça de conta que não me viu,
vire-se para conversar comigo, sinto-me só...
Se lhe contei pela milésima vez a mesma história, num sódia, não me repreenda, simplesmente ouça-me...
Se pareço uma criança, cerque-me de carinho...
Se estou doente e sou um peso não me abando-ne...
se estou com medo da morte,
tento negá-la,
por favor, ajude-me na preparação
do ADEUS
ampare-me...
Se a minha audição não é boa, e tenho de me esforçar para ouvir,
procure entender-me...
Se a minha visão é imperfeita e o meu entendimento escasso,
ajude-me com paciência...
Se derrubo a comida, quer do prato quer para o chão,
porfavor não se irrite, tentei fazer o melhor...
Se me encontrar na rua, não faça de conta que não me viu,
vire-se para conversar comigo, sinto-me só...
Se lhe contei pela milésima vez a mesma história, num sódia, não me repreenda, simplesmente ouça-me...
Se pareço uma criança, cerque-me de carinho...
Se estou doente e sou um peso não me abando-ne...
se estou com medo da morte,
tento negá-la,
por favor, ajude-me na preparação
do ADEUS
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
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